segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Servidores recebem apoio incondicional da Câmara Municipal de Muzambinho: TODOS PELA EDUCAÇÃO!

           Após o fechamento da reunião da Câmara, nesta segunda-feira, marcada com a presença de vários professores e técnicos administrativos, o Presidente do Sinasefe (Seção local) obteve a palavra.
          Através do Sr. Fausto, a indignação dos servidores públicos foi revelada: a indignação pela desvalorização da educação. Após esclarecer aos presentes o motivo da paralisação, que acontece em nível nacional, os vereadores ali presentes se mostraram totalmente favoráveis ao movimento pela luta em favor da educação.
          Eles se prontificaram a apoiar os professores e técnicos no que for preciso, inclusive acionando os deputados que normalmente se articulam aqui na região. Outro momento importante foi o discurso de uma aluna do campus Muzambinho. Através dela, os estudantes que participaram da reunião no CECAES puderam demonstrar que apoiam a luta dos servidores e, assim como os demais, acreditam que todos sairão ganhando: os servidores, os alunos, as instituições de ensino e, principalmente, todo o povo brasileiro!






4 comentários:

  1. Esperamos que toda essa paralisação dê frutos. :)

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. A paralisação se fez como instrumento legal que é, para nós manifestarmos. Qual é o compromisso que políticos dispersos nas instâncias do governo tem com o início, o meio e o fim do processo da Educação para a Paz Social no Brasil! Só isso, felizmente, basta, para frutificar novas consciências e clara evidências à todos.

    ResponderExcluir
  4. Gostaria se saber se todas estas ações vão resolver alguma coisa. Sem imprensa e pressão política na "Central do Brasil" não vai resultar em nada. Somente prejudicar o calendário escolar e o andamento da educação no País.
    Somos seres civilizados e devemos resolvermos nossos problemas com diálogo e muita negociação, em última hipótese de fazer uma paralisação e talvez até uma greve.
    Com isso os maiores prejudicados são os alunos.

    ResponderExcluir