terça-feira, 16 de agosto de 2011

Manifesto à população Sul-Mineira e Brasileira


Informe para a imprensa


Os Servidores da Educação Federal, Professores e Técnicos-Administrativos, vinculados ao IFSULDEMINAS – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais REALIZARÃO MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO, DAS 14H30 ÀS 15H30, NA PRAÇA SENADOR JOSÉ BENTO, DEFRONTE A CATEDRAL DE POUSO ALEGRE.

O objetivo da manifestação é pedir apoio da sociedade sul-mineira contra as ameaças do Governo Federal de congelar salários por três anos, assim como cobrar a reabertura de negociações em torno da pauta de reivindicações do SINASEFE – Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica, que inclui as perdas já acumuladas pela aceleração inflacionária.

As estratégias de mobilização são diferenciadas entre os campi do IFSULDEMINAS. Enquanto o campus Machado paralisou completamente suas atividades, os campi Muzambinho, Inconfidentes, a Reitoria e os campi avançados, optaram por paralisações parciais, mas na quarta-feira a manifestação visa demonstrar à população sul-mineira que todos os trabalhadores do IFSULDEMINAS estão coesos com a greve nacional convocada e dirigida pelo SINASEFE, que já atinge mais de 60% da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (35) 9902-5540 (Antonio Baracat), com 9949-6947 (Ronaldo Reale) ou 3464-1297 (Sindicato).
a) Diretoria do SINASEFE / Comissão de Mobilização.

Entenda a GREVE na Rede Federal de Ensino

Nós,   trabalhadores   e   trabalhadoras  do  IFSULDEMINAS  –   Instituto Federal  de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Professores e Servidores  Técnicos-Administrativos,   vimos   esclarecer   à   sociedade   as   razões   da   nossa mobilização e da greve nacional  convocada pelo SINASEFE – Sindicato Nacional   dos Servidores da Educação Básica,  Técnica e Tecnológica, que no Sul de Minas  conta com três Seções organizadas, em Inconfidentes, Machado e Muzambinho.
Nossos salários  já acumulam perdas decorrentes da escalada  inflacionária e o
Governo Federal anunciou que os congelará até 2013, por três anos, argumentando  ser esta medida necessária para enfrentar a crise internacional.
Não concordamos com este argumento, pois sabe-se que a maior proteção que o Brasil  possui  contra a crise  internacional  é exatamente o bom funcionamento do seu mercado  interno,  e o bom  funcionamento do mercado  interno pressupõe a distribuição de renda e riqueza como medidas de estímulo à produção, ao comércio e ao consumo.  Nós servidores da educação  federal,  portanto,  não podemos  ter nossos salários arrochados sob um pretexto contraditório, que implica na retração da nossa participação nos ciclos virtuosos da oferta e da demanda, que erguem as barreiras contra a crise internacional.
Assim,   contra   a   lógica  governamental  que  nos  penaliza,   requeremos  que   se retomem as negociações com o SINASEFE e que se chegue a um ACORDO JUSTO, em torno da seguinte Pauta de Reivindicações:
1. Reajuste salarial  de 14,67% (Variação da  Inflação –  IPCA + Crescimento do PIB)
2. Reestruturação   das   Carreiras   do   Servidores   Docentes   e   dos   Servidores Técnicos-Administrativos
3. Equiparação dos Benefícios Funcionais dos Servidores da Educação Federal
(Auxílios Moradia,  Saúde,  Pré-escola e Maternidade)  com os Servidores do
Tribunal de Contas da União e dos Poderes Legislativo e Judiciário.
4. Manutenção   e   ampliação   dos   concursos   públicos   na   Rede   Federal   de Educação
5. 10% do PIB para a Educação Pública

Pouso Alegre (MG), 17 de agosto de 2011.
(Fonte: Sinasefe)

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