Informe para a imprensa
Os Servidores da Educação Federal, Professores e Técnicos-Administrativos, vinculados ao IFSULDEMINAS – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais REALIZARÃO MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO, DAS 14H30 ÀS 15H30, NA PRAÇA SENADOR JOSÉ BENTO, DEFRONTE A CATEDRAL DE POUSO ALEGRE.
O objetivo da manifestação é pedir apoio da sociedade sul-mineira contra as ameaças do Governo Federal de congelar salários por três anos, assim como cobrar a reabertura de negociações em torno da pauta de reivindicações do SINASEFE – Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica, que inclui as perdas já acumuladas pela aceleração inflacionária.
As estratégias de mobilização são diferenciadas entre os campi do IFSULDEMINAS. Enquanto o campus Machado paralisou completamente suas atividades, os campi Muzambinho, Inconfidentes, a Reitoria e os campi avançados, optaram por paralisações parciais, mas na quarta-feira a manifestação visa demonstrar à população sul-mineira que todos os trabalhadores do IFSULDEMINAS estão coesos com a greve nacional convocada e dirigida pelo SINASEFE, que já atinge mais de 60% da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (35) 9902-5540 (Antonio Baracat), com 9949-6947 (Ronaldo Reale) ou 3464-1297 (Sindicato).
a) Diretoria do SINASEFE / Comissão de Mobilização.
Entenda a GREVE na Rede Federal de Ensino
Nós, trabalhadores e trabalhadoras do IFSULDEMINAS – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Professores e Servidores Técnicos-Administrativos, vimos esclarecer à sociedade as razões da nossa mobilização e da greve nacional convocada pelo SINASEFE – Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica, que no Sul de Minas conta com três Seções organizadas, em Inconfidentes, Machado e Muzambinho.
Nossos salários já acumulam perdas decorrentes da escalada inflacionária e o
Governo Federal anunciou que os congelará até 2013, por três anos, argumentando ser esta medida necessária para enfrentar a crise internacional.
Não concordamos com este argumento, pois sabe-se que a maior proteção que o Brasil possui contra a crise internacional é exatamente o bom funcionamento do seu mercado interno, e o bom funcionamento do mercado interno pressupõe a distribuição de renda e riqueza como medidas de estímulo à produção, ao comércio e ao consumo. Nós servidores da educação federal, portanto, não podemos ter nossos salários arrochados sob um pretexto contraditório, que implica na retração da nossa participação nos ciclos virtuosos da oferta e da demanda, que erguem as barreiras contra a crise internacional.
Assim, contra a lógica governamental que nos penaliza, requeremos que se retomem as negociações com o SINASEFE e que se chegue a um ACORDO JUSTO, em torno da seguinte Pauta de Reivindicações:
1. Reajuste salarial de 14,67% (Variação da Inflação – IPCA + Crescimento do PIB)
2. Reestruturação das Carreiras do Servidores Docentes e dos Servidores Técnicos-Administrativos
3. Equiparação dos Benefícios Funcionais dos Servidores da Educação Federal
(Auxílios Moradia, Saúde, Pré-escola e Maternidade) com os Servidores do
Tribunal de Contas da União e dos Poderes Legislativo e Judiciário.
4. Manutenção e ampliação dos concursos públicos na Rede Federal de Educação
5. 10% do PIB para a Educação Pública
Nossos salários já acumulam perdas decorrentes da escalada inflacionária e o
Governo Federal anunciou que os congelará até 2013, por três anos, argumentando ser esta medida necessária para enfrentar a crise internacional.
Não concordamos com este argumento, pois sabe-se que a maior proteção que o Brasil possui contra a crise internacional é exatamente o bom funcionamento do seu mercado interno, e o bom funcionamento do mercado interno pressupõe a distribuição de renda e riqueza como medidas de estímulo à produção, ao comércio e ao consumo. Nós servidores da educação federal, portanto, não podemos ter nossos salários arrochados sob um pretexto contraditório, que implica na retração da nossa participação nos ciclos virtuosos da oferta e da demanda, que erguem as barreiras contra a crise internacional.
Assim, contra a lógica governamental que nos penaliza, requeremos que se retomem as negociações com o SINASEFE e que se chegue a um ACORDO JUSTO, em torno da seguinte Pauta de Reivindicações:
1. Reajuste salarial de 14,67% (Variação da Inflação – IPCA + Crescimento do PIB)
2. Reestruturação das Carreiras do Servidores Docentes e dos Servidores Técnicos-Administrativos
3. Equiparação dos Benefícios Funcionais dos Servidores da Educação Federal
(Auxílios Moradia, Saúde, Pré-escola e Maternidade) com os Servidores do
Tribunal de Contas da União e dos Poderes Legislativo e Judiciário.
4. Manutenção e ampliação dos concursos públicos na Rede Federal de Educação
5. 10% do PIB para a Educação Pública
Pouso Alegre (MG), 17 de agosto de 2011.
(Fonte: Sinasefe)
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